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quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Nissan Frontier Attack está de volta


A Nissan Frontier Attack volta ao mercado trazendo equipamentos que valorizam o design, o conforto e o custo-benefício. Entre os itens que a tornam diferenciada estão rodas de liga leve aro 16 na cor Titanium; farois com máscara negra; pneus All Terrain (50% asfalto e 50% fora de estrada); adesivos “Frontier” no rack de teto e “Attack” nas laterais da caçamba; para-choque traseiro preto ou cromado; console central e acabamento dos comandos dos vidros elétricos na cor prata; bancos com padronagem em duas cores; volante e manopla do câmbio com revestimento em couro; controle do iPod; entrada USB; entre outros. Serão quatro opções de cor: branco e preto, prata e verde metálicas.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Primeiros Socorros - Picadas de insetos


Gravidade: Algumas pessoas são muito sensíveis a picadas de insetos e podem correr risco de vida se não forem imediantamente atendidas. Pessoas alérgicas podem sofrer reações graves.

O que fazer: Retire o "ferrão" do inseto. Pressione o local. Aplique gelo ou lave em água fria. Procure socorro médico.

Picadas de escorpião, centopeia e aranha

O que fazer: Procure um médico imediatamente. Na ausência ou falta do médico, aplique o soro específico, se possível dentro da primeira hora da mordida. Coloque compressa de álcool sobre o local da picada. Aplique também gelo ou compressas frias. Mantenha a vítima em repouso.

Picadas de abelha e vespa

O que fazer: Humedecer a picada com desinfectante.
Se o inchaço fôr muito grande ou se produzirem problemas respiratórios ou cardíacos (caso que sucede raras vezes) o médico deverá ser chamado.

Picadas de carrapato

O que fazer:Ao picar ele fica preso, pelo que se deve esfregar com petróleo ou azeite até se soltar. Se nao, "desenrosca-se" em sentido contrário ao dos ponteiros do relógio.

Mitsubishi terá novo carro para as provas de rali


Com a experiência adquirida ao longo dos anos com os veículos 4x4 e o aprimoramento nas provas de rali, a Mitsubishi apresenta a nova L200 Triton SR.

O sucesso nas provas do Mitsubishi Cup e a alta procura dos pilotos por um veículo robusto e com resistência, fez com que a Mitsubishi Motors desenvolvesse esse novo carro para as provas off-road.

Com base na plataforma do modelo L200 Triton RS, que foi projetado pela engenharia da Mitsubishi Motors do Brasil para as competições do Mitsubishi Cup, a Triton SR foi concebida para ser um carro resistente, com desempenho e segurança para o rali cross-country. O veículo é equipado com motor flex de seis cilindros e 24 válvulas.

Em 2010, a dupla Guilherme Spinelli e Youssef Haddad venceu o Rally dos Sertões com a primeira versão da Triton SR. Foi também a primeira vez que um carro movido a etanol ganhou a classificação geral de uma prova internacional de rali.

Para este ano, o veículo foi reestruturado e ganhou componentes diferenciados, o que possibilitará aos pilotos personalizarem seu carro de acordo com a necessidade, seja no tipo de câmbio, acabamento interno, entre outros opcionais.

Sertões 2011
A dupla Reinaldo Varela e Eduardo Bampi usará a Triton SR no Rally dos Sertões 2011, correndo na categoria Pró Etanol. A prova, que larga nesta quarta-feira (10) em Goiânia (GO), é considerada a maior disputa do off-road nacional e a segunda maior do mundo. Com um percurso de mais de 4.000 quilômetros, os competidores passarão por cinco estados até a chegada em Fortaleza (CE) no dia 19.

A L200 Triton SR será vendida sob encomenda através de uma programação prévia de produção, com entrega das primeiras unidades a partir de outubro de 2011. Os pilotos poderão usar o carro em qualquer prova do Campeonato Brasileiro de Rali Cross-country, Rally dos Sertões e outras provas off-road.

www.mitsubishimotors.com.br

Ficha Técnica -Triton SR
Categoria: Pró-etanol
Motor: 6 cilindros em V, 24 válvulas, 3500 cilindradas, SOHC
Potência: 247HP / 5200 rpm
Torque: 407 kgf.m / 4200 rpm
Tração: 4x4 integral
Comprimento: 4550 mm
Largura: 1925 mm
Altura: 1750 mm
Entre-eixos: 2960 mm
Altura livre do solo: 250 mm
Peso mínimo em ordem de marcha: 1800 kg
Tanque: 360 litros
Suspensão: Independente na dianteira e traseira com amortecedores Ohlins

sexta-feira, 22 de julho de 2011

O atoleiro da Troller


Quatro anos após ser comprada pela Ford, a montadora de jipes brasileira cresce abaixo da média do mercado de veículos utilitários Por Rafael Freire

Dá para contar nos dedos das mãos as marcas genuinamente brasileiras que conseguiram passar de meras fábricas de fundo de quintal a montadoras reconhecidas no mercado nacional. A Troller, de Horizonte, cidade a 37 quilômetros de Fortaleza, a capital do Ceará, é uma delas. Fundada em 1994, pelos irmãos Bill e Rogério Farias, a companhia quase quebrou. Sob a direção do cearense Mário Araripe, que comprou a montadora por R$ 600 mil em 1997, chegou a comercializar 1.020 unidades, em 2004.
Seu volume de vendas nunca foi muito expressivo, mas suficiente para chamar a atenção da Ford, que acertou sua compra em janeiro de 2007, por um valor estimado de R$ 400 milhões. Na ocasião, muito se falou sobre as intenções da montadora americana de ampliar sua participação no segmento de veículos off-road. Para tanto, usar as instalações e a imagem da já consolidada Troller como embrião para este novo rumo de negócios pareceu uma boa alternativa.

O peso e a força do sobrenome Ford, no entanto, até agora não se refletiram em crescimento. De acordo com dados da Fenabrave, entidade que representa as distribuidoras de veículos, a Troller comercializou 694 carros em 2006. O número subiu para 1.254, em 2010, um aumento de 80%. O desempenho seria excelente, não fosse o fato de o segmento de utilitários esportivos (SUVs) ter crescido 170% no mesmo período. No ano passado, enquanto as vendas de SUVs expandiram-se 24,5%, a Troller teve queda de 15%. A rede de concessionárias, que contava com 22 pontos de venda em 2006, tem atualmente 18. “Tivemos de colocar a casa em ordem”, afirmou à DINHEIRO Wilson Vasconcellos, gerente-geral da Troller.

Sob a gestão da Ford, as principais características do jipe T4 foram mantidas. No entanto, a picape Pantanal e o jipe militar T4-M saíram de linha. Embora não revele o valor investido até aqui, Vasconcellos garante que a marca passou por um processo de aperfeiçoamento, com a padronização de fornecedores, investimentos na fábrica de Horizonte, e no próprio desenvolvimento do jipe. Tanto que o engenheiro Luc de Ferran, um dos responsáveis pela criação do EcoSport, chegou a atuar como consultor da Troller. A sinergia com a Ford na compra de componentes e no maior poder de barganha com fornecedores ainda não se refletiu em preços menores. O T4, por exemplo, custa atualmente R$ 92,5 mil, valor proporcional aos cerca de R$ 85 mil, cobrados em 2006. “O padrão de qualidade Ford é maior”, diz Vasconcellos.

Para José Roberto Ferro, presidente do Lean Institute Brasil, é compreensível que os resultados desse investimento ainda não tenham aparecido. “É como começar uma montadora do zero, trabalhando desde o processo produtivo até a área de distribuição do produto”, afirma. Segundo Ferro, outro fato importante é que a Troller não é prioridade para a Ford, como era para seus antigos donos. Ainda mais no período de crise que começou em 2008 e obrigou a montadora a desfazer-se de marcas como Land Rover, Jaguar e Volvo para gerar caixa. “Montadoras de nicho como a Troller nunca funcionaram bem dentro de grandes corporações”, afirma André Beer, consultor e ex-vice-presidente da GM Brasil. Já para Ferro, a venda faz parte do processo de crescimento. “Chega um estágio em que ou você vende a empresa ou ela deixa de crescer”, diz.

Timidamente, a Troller começa a trilhar um caminho para sair do atoleiro. Em 2011, o objetivo é produzir 1,6 mil carros. Se todos forem vendidos, significa um aumento de quase 10% sobre seu melhor ano de vendas. Está planejada, também, a abertura de mais sete concessionárias neste ano. Depois de cerca de dez anos afastada do Rally dos Sertões, a marca vai voltar à competição. “A Troller sempre foi uma montadora de nicho”, diz Vasconcellos. “Se quiséssemos atingir a massa, faríamos isso com a Ford.”

terça-feira, 19 de julho de 2011

Jeep apresenta sua linha em Campos do Jordão


A partir deste fim de semana, a Jeep estará no Festival de Inverno de Campos do Jordão, com lounge e pista de teste montados no bairro Capivari. Quem visitar o espaço poderá conhecer todos os modelos da linha. Um dos destaques é o Grand Cherokee, o mais luxuoso veículo da marca fabricado até hoje. Também estarão presentes os modelos Cherokee e Wrangler.

Preparada para explorar as potencialidades off-road, a pista de testes tem um circuito com quatro obstáculos – caixa de ovos, elevação lateral, king e torção. Nela os modelos poderão dar uma amostra de como estão preparados para enfrentar as mais diversas condições de terreno – lama, pedra, areia ou asfalto.

Localizado ao lado do Vivo Estação de Inverno, o espaço Jeep estará aberto todos os finais de semana, de 8 a 31 de julho (sextas e sábados, das 11h às 18h e domingo, das 11h às 16h). O agendamento dos test-drives poderá ser feito no balcão de atendimento localizado em frente à Forneria Campos.

terça-feira, 28 de junho de 2011

Almoço em Tomascar-RJ quase vira pernoite na trilha


Juntamos alguns membros da equipe para um almoço na Marilene(conhecido restaurante em Tomascar onde motoqueiros e jipeiros se encontram depois de uma boa trilha na região), lá decidimos abrir uma trilha onde um trator já tinha iniciado os trabalhos. No início tudo muito bem, subimos por uma trilha que dava em um rio onde não conseguimos passar e então retornamos pelo mesmo caminho, tentamos outro caminho mas como já estava ficando tarde, resolvemos seguir pelo caminho que já conhecíamos. Foi aí que um carro quebrou a barra de direção e começamos a literalmente arrastá-lo pela trilha, depois outro jipe arrebentou a correia do alternador a noite caiu e tudo ficou mais lento. Depois de muitas tentativas em retirar o jipe quebrado, resolvemos deixá-lo na trilha para buscar posteriormente e continuar rebocando o segundo jipe. Pois aí meu jipe morreu e não queria mais pegar, que beleza... estavamos sem mais um carro. Ainda bem que tínhamos um amigo que conseguiu detectar que o problema era um foi frouxo no motor de arranque do meu carro, daí ligamos e conseguimos sair da trilha as 21:00. Depois foi só rebocar o jipe sem correia do alternador para casa. Finalmente consegui chegar em casa as 22:30 sem maiores problemas. Isso é que é um bom dia de trilha...
Segue o link das minhas fotos: https://picasaweb.google.com/OffLife4x4/22062011#

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Dodge RAM ganha kit Mopar


Modificações foram realizadas para tornar picape apta a situações off-road

A Mopar, divisão de equipamentos especiais do grupo Chrysler, divulgou um kit para a Dodge RAM chamado Runner Kit. O pacote foi desenvolvido para aqueles que desejam utilizar a picape em situações off-road, e foi desenvolvido para os modelos produzidos entre 2009 e 2011.

Embora trate as alterações como um pacote, a Mopar anuncia o preço das peças separadamente. O kit de suspensão reforçada e elevada, que inclui a modificação do sistema de direção e da carroceria da picape, custa US$ 13.270 (R$ 23.000 sem taxas de importação e impostos brasileiros). Já os novos pára-choques dianteiro e traseiro, que melhoram os ângulos de entrada e saída, podem ser adquiridos por US$ 1.250 (R$ 2.150).

Outros componentes disponíveis para a modificação da picape são novo capô de alumínio com scoop para resfriar o motor, por US$ 978 (R$ 1.690), suporte para pneus na caçamba por US$ 1.010 (R$ 1.750), além de sistema de escape esportivo para a versão com motor 5.7 Hemi V8 por US$ 1.150 (R$ 1.990). Confira as fotos da novidade acima no link “Galeria de Fotos”.